Moral, ou sem moral: eis a questão ✨



👩‍💼 A história  
Uma jovem chamada Ana trabalhava duro em sua empresa. Um dia, percebeu que poderia manipular relatórios para ganhar uma promoção. Ninguém perceberia. O dilema era claro: seguir o caminho fácil ou o caminho correto?  

Ana pensou: “Se eu fizer isso, vou crescer rápido. Se não fizer, talvez nunca seja reconhecida.”  

- Kant diria: não manipule, porque se todos agissem assim, a confiança desapareceria. O imperativo categórico exige que sua ação possa virar lei universal.  
- Nietzsche poderia afirmar: a moral de “não trapacear” é apenas uma invenção social, criada para manter ordem e poder. O indivíduo forte deveria criar seus próprios valores.  
- Cristo, porém, não entra em debates filosóficos. Ele resolve de forma definitiva: “Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o também vós a eles” (Mateus 7:12).  

👉 Paulo reforça em 1 Coríntios 6: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm”. Ana até poderia manipular os relatórios, mas isso não convinha.  

👀 As consequências  
Se Ana escolhesse trapacear, talvez conseguisse a promoção. Mas logo perderia a confiança dos colegas, seria vista como desonesta e carregaria o peso da culpa.  
Se escolhesse a integridade, poderia demorar mais para ser reconhecida, mas conquistaria algo muito maior: respeito, paz interior e bons tesouros no coração.  

Nietzsche fala do “tesouro do coração”, mas quem disse isso primeiro foi Jesus: “A boca fala do que está cheio o coração”. Se o coração está cheio de ambição egoísta, a decisão será trapacear. Mas se está cheio de bons tesouros, a escolha será a integridade.  

✨ Conclusão  
Kant dá regras, Nietzsche questiona a origem, mas Cristo mostra o caminho. Ele não é filósofo, é Senhor. A moral verdadeira não é só razão nem invenção: é vida, é amor, é coração transformado. Só cultivando bons tesouros dentro de nós conseguimos viver uma moral que liberta e transforma.

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